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Su Vertical nos Retiene. Foto: Cristóbal Palma / Estudio Palma – EM FOCO – A conquista do espaço Não, a ideia aqui não é desbravar o espaço sideral, tão desafiador e…

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– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos e Conceitos – GAP Q Quanta elegância em tão fina linha. GAP surgiu e logo conquistou seu espaço, desenhando luminosidades e ornando arquiteturas modos de viver.…

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– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos e Conceitos – Deep Lighting Existem espaços que acolhem, abraçam e criam em nós uma sensação de grande bem-estar e aconchego. Não há mágica nisso, mas…

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Foto: Ralph (Ravi) Kayden via Unsplash – EM FOCO – Luz no fim do túnel Os tempos são outros: diferentes, únicos, desafiadores. O novo normal chega transformando atitudes, revendo rotinas e…

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Spotlight 05

Logo sem fundo

Su Vertical nos Retiene. Foto: Cristóbal Palma / Estudio Palma

– EM FOCO –

A conquista do espaço

Não, a ideia aqui não é desbravar o espaço sideral, tão desafiador e cheio de mistérios e encantamentos – desde sempre. Vamos nos ater aos modos da vida cotidiana na ocupação de seus espaços. Espaço para morar, trabalhar, curtir. O espaço vazio, respiro. A falta de espaço, realidade. Espaço para a arte, a poesia, a criatividade. O seu, o meu, o espaço nosso de cada dia.

Espaço para a ousadia

A Cordilheira dos Andes com sua magnitude poética própria é o pano de fundo para Su Vertical nos Retiene, situada no Parque Metropolitano Los Cerrillos, no Chile. Concebida como uma escultura habitável, a obra propões um diálogo na confluência da horizontalidade das montanhas com a verticalidade das colunas de aço.

Dezesseis colunas estão distribuídas na ilha central de um reservatório com 42 metros de diâmetro. Cada uma delas possui um trecho do Perfil da Cordilheira dos Andes descrito pelo geólogo Pedro José Amado Pissis, autor do Atlas de Geografia Física de 1875 da República do Chile.

Su Vertical nos Retiene. Foto: Cristóbal Palma / Estudio Palma

Com altura de dezesseis metros, cada coluna de aço é composta por uma viga HEB central com duas chapas de 10 mm de espessura, soldadas em cada lado, formando uma estrutura colaborativa.

Na área inferior, cada coluna é ancorada individualmente. Um conjunto de  chumbadores é usado para conectar a estrutura metálica a uma fundação independente de um metro cúbico de concreto.

Na parte superior, para evitar a poluição luminosa, cada coluna possui seis projetores de LED que são direcionados para sua base, recortando a silhueta dos perfis da montanha.

A proposta acende as peças por inteiro, desde as suas pontas, criando uma atmosfera contemplativa e totalmente integrada ao espaço.

O projeto de iluminação foi  desenvolvido pelo escritório Limarí Lighting Design (LLD).

Su Vertical nos Retiene vai além ao solucionar questões ambientais e socias.

A obra é assinada pelos arquitetos Elton Léniz e Cruz-Mandiola, pelo artista Fernando Prats e pelos lighting designers Pascal Chautard e Bárbara Maranbio do escritório Limarí. 

Contou também  com a colaboração do estúdio especializado em museografia Ámbito Cero 

Fonte: ArchDaily

Aproveitamento de espaços

Um mezanino pode ser descrito como um andar intermediário que faz um bom aproveitamento de espaços com pé-direito alto, como galpões. Seja permanente ou temporário, aconchegante ou criativo, sempre permitirá que tanto a área de cima quanto a de baixo sejam utilizadas como opção funcional.

Separamos dois exemplos de mezaninos descolados pra compartilhar com você.  Qual o seu preferido?

Bed Stuy loft, Nova Iorque (à esq.) e Block Village, Taiwan (à dir.). Fotos: Dezeen

Bed Stuy loft, Nova Iorque

Um mezanino cercado por grades metálicas brancas inaugura uma área de dormir no topo de um espaço de trabalho neste loft de Nova York. Em contraponto ao metal, optou-se por um revestimento com compensado não tratado – uma homenagem à natureza. Destaque para as grandes colunas estruturais do edifício, que foram muito bem aproveitadas e integradas ao projeto, sem prejudicar a funcionalidade e leveza dos ambientes.

Block Village, Taiwan

Um projeto muito interessante do HAO Design transformou este pequeno apartamento em um lugar clean e funcional. A criação de um mezanino em pinho fez toda a diferença. Ele  passou a abrigar um segundo quarto, espaços de armazenamento e um closet. O novo nível superior foi dividido em dois por uma passagem em forma de ponte que é acessada por uma escada em blocos de madeira clara. Show!

Home office em pequenos espaços

Home office na varanda (à esq.) e no corredor (à dir.). Foto: Casa Vogue

Na varanda

Como contornar uma metragem enxuta diante da demanda por diferentes espaços? Só mesmo com muita criatividade. É o caso deste home office projetado pela arquiteta Heloisa Losi para atender às necessidades de um casal. Ela optou por aproveitar a varanda do imóvel, um espaço com apenas 4 m² que ficou perfeito para a rotina de trabalho dos dois.

No corredor

Neste projeto de Cristina Barbara, o home office surgiu no corredor entre a área social e íntima. “É um apartamento pequeno, charmoso e com muito design. Tem uma integração perfeita entre os ambientes”, analisa a profissional.

Pouco espaço. Muita criatividade.

LIFE micro apartamentos, Coréia do Sul. Foto: Dezeen

Apartamentos minimalistas em Seul são uma tela em branco para os inquilinos.

O designer de interiores Ian Lee criou opções muito interessantes para os inquilinos do LIFE, na Coréia do Sul. Ele revestiu as paredes dos micro apartamentos com madeira de bétula, criando a possibilidade de serem totalmente personalizados de acordo com as necessidades de cada morador.

No total são 140 quartos, que variam entre 16 e 23 metros quadrados em tamanho. Ao lado, foram construídas áreas de estar compartilháveis. O Empreendimento é focado em um público bem específico: jovens adultos que adaptam-se muito bem aos modos de vida dos novos tempos.

O Empreendimento é focado em um público bem específico: jovens adultos que adaptam-se muito bem aos modos de vida dos novos tempos.

– NEON | Palavras que Brilham –

O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.

Carlos Drummond de Andrade

– ILUMINURAS | Dicas. Achados. Insights –

Unwoven Light. Foto: John Kulvicki

Luz escultural

A luz torna-se um material escultural no diversificado portfólio da artista Soo Sunny Park, que contém projetos desafiam as fronteiras entre escultura, instalação e desenho.

Park tem um profundo interesse pela luz e desenvolveu em uma exploração de espaços liminares – aqueles que existem entre dentro e fora, escultura e desenho, visão e percepção, objetos e suas sombras. “Percebi que, em muitos aspectos, a luz é o ser liminar definitivo”, ela compartilha.

Luz pontual

A iluminação pode ultrapassar seus usos de funcionalidade e se tornar uma bela coadjuvante dos mais diversificados projetos de arquitetura e de interiores.

Quando bem utilizada, a luz é capaz de produzir efeitos cênicos, mágicos e inspiradores. É o caso desse projeto.

Com um tom mais intimista, a obra Cabeças, de Ronaldo Mafra é valorizada pela luz profunda, discreta e pontual de um único plafon de embutir Hidden, peça exclusiva da Iluminar.

Conheça mais em iluminar.com.br

Foto: Hou de Sousa, via Designboom

Edifício de Curitiba é eleito o mais sustentável do mundo pelo prêmio LEED Homes

Edifício LLUM Batel, Curitiba. Foto: Daniel Castellano.

O edifício LLUM Batel, entregue há dois anos pela construtora Laguna em Curitiba, é o vencedor do prêmio LEED Homes Awards 2021 na categoria Projeto do Ano.

Esta é a primeira vez que um empreendimento brasileiro é reconhecido pela USGBC como ganhador do LEED Homes Awards.

Os vencedores representam projetos multifamiliares, unifamiliares e de habitação a preços acessíveis de todo o mundo.

Além de um júri técnico, o USGBC abriu votação para o público que escolheu, entre 10 finalistas, qual empreendimento representa excelência em construção verde, com base nos seguintes critérios:

 

  • Impacto / igualdade
  • Design
  • Sustentabilidade e saúde
  • Bem-estar.

– LUZES DAS CIDADES

A casa do baile. Foto: Marcel Gautherot

Belo Horizonte | Marcel Gautherotregistros modernos da invenção da Pampulha: depois e além

Essa exposição apresenta uma seleção de imagens do fotógrafo francês Marcel Gautherot, além de livros, revistas, vídeos e documentos acerca de sua obra. Uma produção artística de relevância internacional, que se relaciona com a cultura e a história do modernismo em nossa cidade e no país.

A visita presencial ocorre por meio de agendamento no site, de quarta-feira a domingo, das 11h às 18h

Endereço: Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 – Pampulha – CEP: 31365-450 – Belo Horizonte – MG

Fonte: Marcel Gautherot – registros modernos da invenção da Pampulha: depois e além

Museu Oscar Niemeyer (MON). Foto: Marcello Kawase

Curitiba Bienal Sul no Museu Oscar Niemeyer

Com uma instalação do artista Geraldo Zamproni no edifício do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, tem início no próximo dia 5 de agosto a parte brasileira da Bienal de Arte Contemporânea do Sul, organizada em Buenos Aires e que ocorre simultaneamente em 23 países, 50 cidades e 124 sedes, com a participação de 400 artistas. O evento gira em torno de cinco temas -consciência ecológica, constelações fluidas, modos de habitar, mundos digitais e políticas de arte. 

Fonte: Bienal Sul chega ao Brasil com instalação no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba

Foto: CCSP

São Paulo CCSP.  Um passeio imperdível

O Centro Cultural de São Paulo é um espaço com uma das programações culturais mais interessantes da cidade. O local reúne a Pinacoteca Municipal, a discoteca Oneyda Alvarenga, a coleção da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, um conjunto de bibliotecas, espaços expositivos, cursos diversos, teatro e cinema, além de uma horta comunitária – tudo aberto ao público.

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade. Segunda a sexta, das 10h às 20h

Sábado e domingo, das 10h às 18h

SPOTLIGHT

Direção de criação e conteúdo :: Claudia Travessoni

Curadoria :: Nicole Stéffane

Direção de arte :: Gustavo Mafra e Natalia Cruz

Spotlight 04

Logo sem fundo

– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos e Conceitos –

GAP Q

Quanta elegância em tão fina linha.
GAP surgiu e logo conquistou seu espaço,
desenhando luminosidades e ornando arquiteturas
modos de viver.

Agora, como tudo que evolui,
GAP ganha nova versão: quadrada.
E assim,transforma-se em GAP Q.

Com seus ares de moldura,
enquadra novas possibilidades,
sempre em conversa discreta com ambientes,
em tom de luz profunda. 

Seu perfil de embutir NO FRAME*,
atua com desenvoltura como luz funcional
ou como efeito cênico: sempre encanto.

E sua versatilidade permite que os mesmos spots e
complementos do GAP original – Pen, Gap Box e Gap Cil,
sejam utilizados em diferentes usos, mais opções.

Com GAP Q a luz é a sua aliada.
O limite é a sua imaginação.

* Dimensões de 60x60cm ou 100x100cm. Possui iLed S 2700já incluso na peça.

Gap Q com spot Pen. Confira em iluminar.com.br

– EM FOCO –

Cada um no seu quadrado. Ou fora dele.

Nunca antes na história da humanidade a expressão “cada um no seu quadrado” fez tanto sentido. Aprisionados pelo inesperado de uma pandemia, todos nós, de uma maneira ou outra, tivemos que aceitar uma vida entre quatro paredes. Mas será que essa experiência foi ou tem sido tão limitada quanto parece?

Diante de tantos desafios e aprendizados como afirmar que 1 + 1 é igual a 2 ? E como não lembrar que as linhas nem sempre são retas. Elas fazem curva, viram pontilhados, se apagam, recomeçam.  

Muitas vezes a mudança é necessária, desejada, esperada, mas ainda assim não acontece. É que gerar uma interrupção no status quo não é tarefa fácil. Criar uma perturbação com a intenção de mudar uma situação, um produto, um projeto ou um sistema é o que chamamos de disrupção. Um conceito que soa bonito mas que não é tão simples assim de se aplicar. Vamos refletir sobre isso nesta edição de Spotlight. Vem com a gente.

Vista áerea de Toledo, Itália. Foto: Martin Sanchez

O quadrado que emoldura, mas não limita.

Qual imagem vem à sua cabeça quando você pensa no Rio de Janeiro? Cristo Redentor, Pão de Açucar, Copacabana Palace. O que emoldura a cidade maravilhosa? Sua natureza ou sua arquitetura?

O Livro Rio Enquadrado mostra um Rio de Janeiro distante dos clichês.

São imagens em preto e branco, imagine!  A partir delas, o fotógrafo Leonardo Finotti – um especialista em capturar detalhes, nos apresenta a beleza da arquitetura moderna brasileira.

Rio Enquadrado, Leonardo Finotti. Fonte: Galeria Zienlinsky

Temos o Rio com suas montanhas exuberantes. Mas também a ousadia e a originalidade da arquitetura carioca de Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Lucio Costa, Burle Marx e tantos outros.

Enquadradas sim, limitadas, jamais. As fotos são uma homenagem aos 450 anos da cidade, completados em 2015. Uma série de imagens que privilegiam a arquitetura moderna, tão presente na cidade.

Com formação em arquitetura e urbanismo, Leonardo Finotti se tornou um dos principais fotógrafos brasileiros de arquitetura.

Ele possui um acervo de quase 5 mil fotos do Rio de Janeiro.

Fonte: Amostra Leonardo Finotti 2016

Rio Enquadrado, Leonardo Finotti. Fonte: Galeria Zienlinsky

Códigos que enquadram arquiteturas

Como seria maravilhoso se os arquitetos tivessem total liberdade para projetar tudo aquilo que fossem capaz de imaginar. Mas a vida é real bem diferente.

A arquitetura é regida por uma série de códigos e leis, e não só pelos desejos dos clientes. Esses códigos podem engessá-la e o resultado, muitas vezes, culmina em edifícios repetitivos e em uma estética urbana monótona e sem graça.

Ao longo do tempo, códigos de obras e zoneamentos urbanos motivaram transformações históricas em cidades do mundo todo.

Vide a arquitetura escalonada nos edifícios Art Déco em Nova Iorque, os telhados com mansarda em Paris e e o desenho de cidades como Belo Horizonte, que nasceu no contorno de uma avenida.

Belo Horizonte – Brasil. Foto: @dailyoverview, via ArchDaily

Se já está preestabelecido como a arquitetura deve ser feita, é preciso expressar o direito de duvidar das suas tradições para expandir a possibilidade do seu sentido. E transgredir.

Copenhagen – Dimarca. Foto: @dailyoverview, via ArchDaily

Hoje, como consequência da escassez de terrenos disponíveis, as cidades têm avançado em direção aos subúrbios, espalhando edifícios unifamiliares em um padrão de ocupação do território verticalizado.

Na maioria dos casos, o que se percebe é uma tendência de privilegiar soluções que no passado se provaram apropriadas para um determinado contexto.  Uma repetição que tem se manifestado, constantemente, nas mesmas formas e nos mesmos problemas de sempre.

Ainda assim, a arquitetura continua tendo o desafio de promover a diversidade dentro da unidade.

Não cabe aos arquitetos transformar os códigos e as regras que lhes são impostas, mas sim transgredi-las, encontrar novas formas de se projetar edifícios tão singulares quanto eficientes.

Afinal, acreditar apaixonadamente em algo que ainda não existe é o primeiro passo para se criar algo realmente novo. Um caminho para a disrupção.

Pavilhão CMY / Shift architecture urbanism. Foto: René de Wit

Fora do quadrado, os caminhos da disrupção.

A teoria da inovação disruptiva foi apresentada inicialmente pelo professor de Harvard Clayton M. Christensen, em sua pesquisa sobre a indústria do disco rígido e, mais tarde, popularizada com o seu livro The Innovator’s Dilemma, publicado em 1997.

Ele chamou de “inovação disruptiva” o fenômeno pelo qual uma no produto, projeto ou serviço transforma um mercado, normalmente entregando mais rapidez, conveniência, simplicidade e acesso.

Os 3 elementos da disrupção

Para que uma inovação seja considerada disruptiva são necessários 3 pilares.

Acessibilidade é a ideia de que uma nova solução precisa ser adotada com facilidade pela sociedade, principalmente em relação a preço e usabilidade. Se ficar restrita a um pequeno grupo, ela perde sua capacidade transformadora.

Conveniência é outro fator fundamental. Inovações são disruptivas quando são capazes de solucionar problemas reais das pessoas. Elas devem, em última instância, promover bem-estar.

Simplicidade é o último pilar do conceito clássico de disrupção. O design que simplifica  é algo crucial para a aceitação de uma inovação e, consequentemente, para o seu potencial de disruptivo.

Pavilhão CMY / Shift architecture urbanism. Foto: René de Wit

Metamorfose, da equipe de arquitetura FAHR 021.3 é um exemplo de disrupção. O impacto da malha metálica verde, que preenche o espaço vazio junto uma porta de entrada da cidade, é inegável. 

A ruína, que faz parte da história da cidade, surge agora como espaço para a intervenção e acima de tudo para a imaginação. Num gesto que atrai o olhar e causa desconforto, a Metamorfose cria um novo cenário no Porto e dignifica um espaço outrora vazio.

O modo de pensar disruptivo nos ajuda a sair da caixa ( ou do quadrado), focando nas pessoas e nas cidades, com suas características, desejos e necessidades.

Metamorfose / FAHR 012.3. Foto: Fernando Guerra

– NEON | Palavras que Brilham –

“Design disruptivo é a criação de intervenções intencionais em um sistema preexistente com o objetivo específico de alavancar um resultado mais provável a gerar uma mudança social positiva”

Leyla Acaroglu, fundadora da Unschool of Disruptive Design

– ILUMINURAS | Dicas. Achados. Insights –

O padrão fora do padrão

Quantos universos podem caber em um pequenino quadrado?

Ao apreciarmos as obras do artista belorizontino Alexandre Mancini, alcançamos não só a resposta, mas também a dimensão da azulejaria

Um pioneiro na renovação dessa arte e profundo conhecedor da matéria, ele cria e produz seus próprios painéis sendo reconhecido como um novo mestre da azulejaria.

Admirador e discípulo de Athos Bulcão, se inspira na utilização de elementos geométricos simples, em livres combinações no espaço através de regras mínimas e liberdade máxima.

Alexandre cria painéis que vão dos tradicionais azulejos de padrão às composições concretas, de fortíssimo caráter artístico. Ele também desenvolve  pinturas, desenhos, objetos e esculturas.

Um dossel de luz

O estúdio Hou de Sousa, com sede em NY, criou uma instalação deslumbrante em Detroit, chamada ‘Bounce’.

A obra de arte pública é composta por mais de 1.000 triângulos de neon que se unem para criar um grande dossel de luz.

O intuito da peça é celebrara perseverança coletiva, mostrando que muitos componentes individuais podem  juntos fazer uma grande mudança positiva.

Materiais como cabo de paraquedas, corda de piano e uma série de polígonos de diferentes cores, tamanhos e formas foram utilizados para criar a instalação.

As armações triangulares são fixadas nos elos de uma estrutura de corrente catenária que, por sua vez, atua como um andaime flexível. Isso permite que o projeto seja reconfigurado e remodelado a cada estação. Sensacional!

Foto: Hou de Sousa, via Designboom

Foto: Sean Pollock Photography, via: Designboom

Uma exposição e os efeitos luz natural

A artista britânica Liz West criou uma excepcional exposição de luz natural intitulada “Hymn to the big wheel” no Canary Wharf de Londres.

A instalação luminosa se destaca como um pavilhão arquitetônico envolvente que explora a ilusão e a fisicalidade da cor e da luz natural no espaço urbano.

Foto: Sean Pollock Photography, via: Designboom

A obra de arte toma forma como um octógono multicolorido e incentiva o espectador a se reorientar e se alinhar com as mudanças de cores. Conforme o visualizador se move dentro da “roda gigante”, eles estão imersos em um escopo de cores em constante transformação.

O pavilhão estará na exposição das “Summer Lights” de Londres, que está à vista gratuitamente para o público  até 21  de agosto de 2021. Fonte: Designboom

– LUZES DAS CIDADES

Foto: Grupo Corpo

Belo Horizonte | Grupo Corpo

Imperdível a temporada online gratuita do Grupo Corpo em seu canal do Youtube.

Os vídeos exibidos são os de alguns espetáculos famosos. O próximo será Bach (17/set) e Suíte Branca (8/out), sempre pontuados por conversas ao vivo com os coreógrafos Rodrigo Pederneiras e Cassi Abranches.

O Sampa Sky será aos moldes do SkyDeck em Chicago. Foto: @erikmarthaler

São Paulo | Sampa Sky

O segundo maior edifício da cidade de São Paulo, o Mirante do Vale, acaba de ganhar dois espaços de vidro no 42° andar. O Sampa Sky tem uma vista incrível para o Vale do Anhangabaú e a região central da cidade. Os mirantes são de dar frio na barriga. Duas plataformas deslizantes com piso, teto e laterais de vidro blindado que avançam para fora da fachada, dando a sensação de estar levitando sobre a cidade.

O primeiro observatório retrátil, direcionado para a face Sul do edifício, tem uma vista sensacional para o Vale do Anhangabaú, o Banespão, o Prédio Martinelli e para o espigão da Avenida Paulista.

O segundo mostra o leste, que alcança o Mercado Municipal, a Rua 25 de Março, o Mosteiro de São Bento, o Parque Dom Pedro e, na linha do horizonte, os contornos da Serra do Mar.

O espaço terá um café Três Corações, lojinha de souvenirs e cenários instagramáveis, onde o visitante poderá ser clicado voando sobre a cidade a bordo da bicicleta do ET ou da vassoura de Harry Potter.

Prima Café, via Vanity Fair Itália

Milão, Itália | Prima Café

Se viajar para Milão está nos seus planos a dica é conhecer o Prima Café.

Criado pelo escritório Park Associati, o espaço inclui o próprio café, um bistro, um restaurante e um bar .

Um lugar concebido para acompanhar a o dia a dia dos clientes, desde a manhã até a noite.

A característica mais marcante do projeto éa iluminação, projetada para criar ambientes diferentes de acordo com os momentos do dia.

Seiscentos tubos reflexivos transparentes iluminados por projetores de LED criam uma onda de luz espetacular em todo o teto do local, lembrndo obras de Neon Art .

A intensidade e a cor da luz são programadas para mudar ao longo do dia, e seguem o ritmo cardíaco – tudo para garantir o máximo bem-estar .

Anote o endereço:

Corso Garibaldi 73, Milan, Itália.

SPOTLIGHT

Direção de criação e conteúdo :: Claudia Travessoni

Curadoria :: Nicole Stéffane

Direção de arte :: Gustavo Mafra e Natalia Cruz

Spotlight 03

Logo sem fundo

– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos e Conceitos –

Criada por  Ari Coelho, por necessidade de ter em seus projetos uma luminária de parede, que fosse discreta, elegante, de luz indireta e que se integrasse às demais coleções da Iluminar, nosso mais recente lançamento traduz com maestria o conceito de luz profunda: OPEN. 

OPEN | Lâminas de luz.

Sutil presença suspensa.
Flutua quase solta sua luz.
Nascida arandela, é dela toda
a graça discreta da luz indireta.

Aliada da arquitetura,
existe e não interfere.
Insere luz com intensidade,
mas com toda a suavidade
– todo o conforto.

Versátil, OPEN se abre a
possibilidades* de convívio com
spots de focos direcionáveis.

Parceiros complementares
de luz, prontos para destacar
cenas e objetos.

No hall ou no living, no restaurante, galeria
ou onde você inventar, OPEN é fino traço.
Lâminas de luz flutuando no espaço.

– EM FOCO –

Nunca se falou tanto em “lockdown” como nos últimos tempos. Por isso mesmo, resolvemos lançar mão e trazer à tona uma palavra que além de necessária é pura provocação: OPEN.

Em bom português, abrir um livro, uma janela, um caminho ou mesmo um negócio nunca foi tão significativo.

De dentro pra fora, aqui e agora, individual ou globalmente continuamos abertos e ávidos pelo novo.

Inspirados por essa busca que move a maioria de nós, fomos investigar os horizontes que se abrem nesse momento mundo afora, sob as mais diferentes perspectivas e dimensões. São ideias, novidades, pontos de vista, histórias e o mais recente lançamento da Iluminar: OPEN. Coincidência?

Convidamos você a descobrir com a gente.

Cidades abertas para o futuro

O laboratório de pesquisa e design SPACE10 acaba de lançar o livro The Ideal City”. A proposta é criar um dia a dia melhor para as pessoas e para o planeta, apresentando soluções e abordagens diversificadas sob o ponto de vista de uma série de especialistas de renome mundial.

“O livro é um exemplo holístico de projetos de todo o mundo que podem inspirar arquitetos, designers, criadores de cidades, placemakers, comunidades e semelhantes em direção a melhores futuros urbanos– por meio de um idealismo compartilhado – não de uma forma compartilhada”, enfatiza Simon Caspersen, co-fundador da SPACE10.

O livro apresenta cinco princípios para uma cidade ideal:

Engenhosa é a cidade cheia de recursos, que consegue ser ecológica e economicamente sustentável. Prioriza princípios circulares, ou seja, circuitos totalmente fechados de água, nutrição, material e energia.

Acessível é a cidade construída para diversidade, inclusão e igualdade. Garante o acesso justo e igual à questões urbanos como emprego, saúde, educação, serviços, negócios, cultura, lazer, patrimônio, esporte e natureza.

Compartilhada é a cidade que promove um senso de comunidade, colaboração e união. Ela é projetada para interações sociais por meio de instalações compartilhadas, espaços públicos, de trabalho, convivência e transporte.

Segura é a cidade que possui resiliência às mudanças e eventos climáticos extremos. Para tanto, ela deve fornecer proteção para todos, com ênfase na prevenção e reabilitação do crime. Indo além, ao mesmo tempo em que promove acesso a recursos como comida, água, abrigo e cuidados, garante o bem-estar físico e mental por meio de serviços de saúde e espaços verdes.

Desejável é aquela cidade que é prazerosa de se viver. Desenhada à escala humana, deve tornar tudo acessível numa caminhada de 15 minutos. É uma cidade que incentiva o lado lúdico da vida, promovendo a curiosidade, a admiração e a descoberta. E torna-se vibrante ao permitir o acesso à cultura, à arte e às atividades em espaços públicos atraentes para o relaxamento, bem-estar e aprendizagem.

Superkilen, Bjarke Ingels Group. Foto: Iwan Baan

Espaços abertos a novas possibilidades

Atualmente, diversos espaços comerciais estão sendo desafiados a mudar. Até mesmo os shoppings estão se adequando a um tipo de consumidor que realiza suas compras pela internet e vai às lojas apenas para buscar ou trocar mercadorias.
O e-commerce e os Omnichannels estão em evidência. E os malls estão funcionando mais como grandes centros de lazer, que abrigam cinemas e praças de alimentação, do que lugares de comércio e serviços. 

Tudo isso tem exigido profundas adequações por parte das lojas e de todo o seu entorno. Pisos antiderrapantes, que mudam de cor, espaços com mapas holográficos, dispositivos de voz e assistentes virtuais para orientar os consumidores serão cada vez mais comuns e fundamentais. Assim como serviços que incorporam todas as vantagens da internet 5G, da robotização e da inteligência artificial. Quem viver verá!

Como será a arquitetura em 2025.

Pessoas abertas a novas experiências

Romper barreiras, ultrapassar limites e partir para o desconhecido tem sido cada vez mais preconizado por profissionais que se permitem o novo.  É o caso do mineiro Lufe Gomes que apostou em seu talento fotográfico para abrir um horizonte de possibilidades.

Formado e pós-graduado em Engenharia, Lufe atuava na área até se mudar para Londres, onde a fotografia chegou em sua vida pra ficar.

De volta ao Brasil, passou a trabalhar para revistas de decoração e iniciou um projeto próprio, o Life by Lufe. Desde então o sucesso tem sido uma constante.

Recentemente, ele iniciou um novo negócio de reforma de apartamentos, o Lufe Homes, que alia sua formação como engenheiro à sua incrível experiência nas áreas de arquitetura e decoração.

“Compro e reformo com meu olhar sempre voltado para tudo que defendo sobre morar com originalidade, com verdade e com leveza”, ele comenta. (via Casa Vogue)

– NEON | Palavras que Brilham –

“Abra sua mente, se levante do sofá, mova-se

Anthony Bourdain

– ILUMINURAS | Dicas. Achados. Insights –

Breeze of Innovation

A SMAR Architecture Studio venceu o concurso Urban Confluence Silicon Valley para projetar um novo marco para o Parque San José, no Vale do Silício.
O estúdio, liderado por Fernando Jerez e Belén Pérez de Juan, com escritórios na Austrália, Espanha e Lituânia, superou as 963 inscrições em 72 países.
Breeze of Innovation será uma torre formada por 500 hastes flexíveis de 61 metros.
Seu movimento oscilante irá gerar a eletricidade necessária para que as lâmpadas na ponta das hastes se acendam à noite, criando uma atração incrivelmente brilhante.

Um vazio no centro da torre vai permitir que os visitantes percorram a estrutura e explorem suas passarelas de vários níveis. Perto do topo, uma plataforma de observação fornecerá vistas através das hastes brilhantes e através do vale.

O SMAR Architecture Studio também planeja construir um espaço de exposição e um café como parte do projeto Conheça esse projeto incrível aqui.

Neste mês, foram anunciados os vencedores do LIT Design Awards 2020.
O LIT Design Awards foi criado para reconhecer os esforços de talentosos designers de produtos e implementadores de iluminação internacionais. A premiação acredita que a iluminação é arte, ciência  e um dos elementos mais importantes do design. Destacamos alguns dos premiados:

1. O Prêmio Community Building Lighting foi para Chongqing Guo Tai Arts Center Lighting Design
2. A Categoria Spotlight premiou Women in Lighting (WIL), uma plataforma digital global que celebra o trabalho das profissionais mulheres da área de iluminação.
3. Lighting Designer do Ano: escritório CharterSills pela iluminação do saguão da Union Station de Chicago.
4. O Prêmio Design de Produto de Iluminação do Ano consagrou a coleção Artist’s Hand, criada pela designer Niam Barry.
Confira a lista completa dos premiados aqui.

– LUZES DAS CIDADES

São Paulo | Farol Santander reabriu com novidades

O Farol Santander São Paulo está aberto para visitação presencial de acordo com todas as normas de segurança e recomendações das autoridades. 

A novidade da reabertura fica por conta da nova cenografia realizada no 4º andar do edifício. O piso, que tem a obra permanente “Vista 360°”, realizada pelo artista visual Vik Muniz, utiliza sucata da reforma do prédio. Ele foi repaginado pelo arquiteto Fernando Brandão e na nova versão conta com uma reprodução cenográfica de outra obra do artista – “Retratos de Revistas (autorretrato), de 2003, produzida com papel de revista recortado com perfurador mecânico.

Na retomada das atividades, o centro de empreendedorismo, cultura, lazer e gastronomia funcionará em horário reduzido, das 9h às 20h, de terça a domingo, e com 25% de sua capacidade total de público.

Belo Horizonte | Transmissões ao vivo da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

A Filarmônica retoma a realização dos concertos da Temporada 2021, mas ainda sem a presença de público na Sala Minas Gerais. Os concertos acontecem totalmente alinhados com as novas medidas de segurança e de combate à pandemia da Covid-19 em Belo Horizonte e em Minas.
Você poderá acompanhar a programação através das transmissões ao vivo pelo YouTube.

Bom dia, Curitiba!

Tomar um belo café da manhã é uma das melhores maneiras de começar o dia. E se você está em Curitiba, vale a pena conferir as dicas do Curitiba Cult. 

São opções que atendem aos mais diversos gostos e estilos, com menus autênticos e deliciosos.

6 lugares para você tomar um bom café da manhã em Curitiba

SPOTLIGHT

Direção de criação e conteúdo :: Claudia Travessoni

Curadoria :: Nicole Stéffane

Direção de arte :: Gustavo Mafra e Natalia Cruz

Spotlight 02

Logo sem fundo

– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos e Conceitos –

Deep Lighting

Existem espaços que acolhem, abraçam e criam em nós uma sensação de grande bem-estar e aconchego. Não há mágica nisso, mas um conjunto de elementos que soma técnica, talento e muita criatividade.

A luz é uma das responsáveis pela criação dessa atmosfera de conforto e requinte. E para nós, da Iluminar, quanto mais a luminária passar despercebida e estiver integrada à arquitetura, melhor.

O que realmente importa são os efeitos e resultados que a luz cria no ambiente: a valorização do espaço, os destaques da arquitetura, a funcionalidade. A expressividade dos detalhes, obras de arte, objetos, vegetações. Tudo isso dentro de uma rigorosa regra: o extremo conforto visual.

Somos intransigentes neste quesito e, por essa razão, o desenho e a estrutura dos nossos produtos procuram deixar as fontes de luz mais recuadas e com a maior profundidade possível.

Assim, atingimos os objetivos luminotécnicos sem causar ofuscamentos e brilhos excessivos, criando uma harmonia entre luz e sombra que faz toda a diferença. 

É o que chamamos de Deep Lighting.

Um conceito que está no DNA da Iluminar desde sempre e que tornou-se nossa assinatura nos milhares de projetos que desenham parte da nossa história.

Para conhecer mais acesse iluminar.com.br

Foto:www.designboom.com

– EM FOCO –

Como será o amanhã

Quem não se lembra desse famoso refrão, cantado em verso e prosa? Quem nunca se perguntou como será o amanhã? A verdade é que essa incógnita acompanha a humanidade desde os seus primórdios. O futuro sempre nos intrigou individualmente. Mas agora, mais do que nunca, essa é uma questão coletiva e mundial.

Líderes, funcionários, clientes, acionistas e cidadãos estão todos em busca de um futuro que alcance novos níveis de sucesso: mais amplo, profundo e sustentável. Essa intenção sincronizada globalmente de reconstruir o amanhã cria uma oportunidade única para o mundo, nas mais diferentes áreas e setores.

É isso que vamos explorar aqui. Mostrar como empresas, comunidades e pessoas estão usando a criatividade para encarar e desenhar o futuro em todas as suas possibilidades.

Futuro que valoriza o passado

Eles começam cada projeto com um processo de descoberta que inclui observar intensamente e encontrar valor no que já existe. Eles são Lacaton & Vassal – escritório francês que marca sua influência na contemporaneidade ao ser agraciado com o Prêmio Pritzer 2021.

A dupla de arquitetos, que também é um casal, é internacionalmente reverenciada pelos projetos de habitação social, de espaços públicos generosos, de instituições de ensino e  de planejamento urbano.

Eles sempre preferem partir de estruturas preexistentes, sendo veementemente contra demolições. Para tanto, utilizam materiais banais para erguer construções minimalistas.

Em um de seus premiados projetos, o casal transformou mais de 530 unidades habitacionais que seriam demolidas. Para dar mais espaço e luminosidade aos apartamentos, criaram alternativas de design, eletricidade e ventilação que geraram mais conforto aos moradores.

O portfólio do casal é extenso e incrível. Vale muito a pena conferir aqui.

Futuro que transforma o presente

Quando a realidade cotidiana fala mais alto, a criatividade pode ser uma forte aliada. Em uma comunidade carente de Maceió, o design e o artesanato transformaram um grave problema sanitário em um projeto de sustentabilidade ambiental e social.

Essa história começa com a pesca de sururu, que é uma das atividades mais tradicionais e importantes das comunidades de Vergel do Lago.

Acontece que a extração desse molusco gera, apenas nas margens da Lagoa do Mundaú, na zona metropolitana de Maceió, mais de 300 toneladas de cascas por mês. Se por algum motivo esse material não é recolhido, fica acumulado e torna-se foco de doenças e mal cheiro.

O que seria um lixo se transformou em luxo: as conchas compostas de calcário – material nobre para o design, ressurgiram como cobogó, desenvolvido pelos designers Marcelo Rosenbaum e Rodrigo Ambrosio, e pelo artesão Itamácio dos Santos.

O projeto foi lançado na Expo Revestir 2020 e será distribuído pela Pointer, fábrica de revestimentos cerâmicos.

Veja mais aqui.

Watts x Lúmens

Como você escolhe suas lâmpadas de LED? A maioria de nós presta atenção apenas nos watts e não dá a mínima importância para os lúmens. Mas para garantir uma maior eficiência luminosa e ainda conseguir um bom custo-benefício é essencial observar e entender a relação entre os dois.

Watts (W) são a quantidade de energia que um dispositivo precisa para exercer sua função. No caso das lâmpadas, trata-se da unidade de medida responsável para ser capaz de emitir luz.

Lúmens (Lm) são unidades de medida que determinam a quantidade de luz que o objeto consegue emitir em todas as direções, ou seja, o seu fluxo luminoso. Em outras palavras, quanto mais lumens uma lâmpada tiver, maior a sua luminosidade e mais forte será sua iluminação. 

Para definir qual a lâmpada ideal para cada ambiente é preciso olhar a sua quantidade de lúmens. Já para saber qual trará maior economia, o certo é observar os watts. 

Devemos ter em mente, porém, que nem sempre o maior valor é o melhor. Os projetos apresentam demandas, alturas e ambientes diferentes. Além de verificarmos a quantidade de lúmens de uma luminária, também devemos ver o ângulo de distribuição luminosa. Então fique atento e guarde a dica abaixo.  

Quanto maior a emissão de luz (lúmens), para o menor consumo de energia em watts, melhor será a eficiência luminosa de uma luminária ou lâmpadas de LED.

Mais informações aqui.

– NEON | Palavras que Brilham –

“Temos que substituir a beleza, que é um conceito cultural,

pelo bem, que é um conceito humanista.”

Philippe Starck

– ILUMINURAS | Dicas. Achados. Insights –

GROW. Agricultura e cultura clamam sustentabilidade

Inspirar e refletir sobre o futuro. Esse é objetivo da obra de arte GROW, do artista holandês Daan Roosegaarde. Uma instalação de luz que brilha verticalmente em uma fazenda de alho-poró de 20.000m².

A luz poética é mais que impressionante, ela também aumenta o crescimento das plantas enquanto reduz o uso de agrotóxicos em 50%.

GROW destaca a importância da inovação no sistema agrícola ao mesmo tempo em que cria um design de luz de ponta que ajuda as plantas a crescerem de forma mais sustentável.

Ela dá um novo significado à palavra agricultura ao reformular a paisagem como uma obra de arte viva e cultural. 

E ao desenvolver essa paisagem de sonho luminosa, Roosegaarde incentiva o público a pensar no futuro não como uma fonte de ansiedade, mas como uma possibilidade cheia de esperança e de luz.

Veja mais aqui.

Contrastes instigantes

A Ellen Miller Gallery  apresenta uma exposição que chama a atenção para as questões relacionadas ao meio ambiente e à qualidade de vida. As instalações flutuantes do artista Thomas Jackson são inspiradas em sistemas emergentes auto-organizados na natureza, como gafanhotos em enxame, cardumes de peixes e pássaros em bando.

As imagens promovem uma interação entre o natural e o fabricado, o real e o imaginário.

Segundo Thomas, criar instalações com materiais inesperados em lugares em que eles parecem não pertencer é um convite a novas interpretações do dia a dia. E do futuro do planeta.

As obras são lindas e surpreendentes. Acesse o site Ellen Miller Gallery.

– LUZES DAS CIDADES

São Paulo | Exposição OS GEMEOS: Segredos  

Esta é a primeira exposição panorâmica dos artistas e irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo. A mostra, apresentada pelo Bradesco, conta com mais de 1000 itens, cerca de 50 inéditos ou nunca exibidos no país. A exposição também está disponível em uma experiência virtual em 360º. Para acessar o tour em tela cheia clique aqui.

Paris  | Louvre Online

Atenção amantes das artes, aqui vai uma dica que é um alento. O Museu do Louvre, em Paris, anunciou a disponibilização de todo seu acervo online.

São mais de 480 mil peças que podem ser vistas gratuitamente, quando e onde você quiser. Esculturas renascentistas, antiguidades egípcias, pinturas de artistas renomados, entre outros. O conteúdo está disponível em francês, inglês, espanhol e chinês. Para conferir as obras é só acessar o site oficial do Louvre.

– EM BREVE –

Lâminas De Luz

Vem aí mais um lançamento Iluminar.
Vamos contar tudinho pra você na próxima Spotlight.

SPOTLIGHT

Direção de criação e conteúdo :: Claudia Travessoni

Curadoria :: Nicole Stéffane

Direção de arte :: Gustavo Mafra e Natalia Cruz

Spotlight 01

Logo sem fundo

– EM FOCO –

Luz no fim do túnel

Os tempos são outros: diferentes, únicos, desafiadores. O novo normal chega transformando atitudes, revendo rotinas e convocando o nosso famoso jogo de cintura. Haja criatividade e resiliência. Mas o que nos faz seguir adiante, com a confiança de que tudo vai dar certo, é a boa e velha esperança.

Enxergar a luz no fim do túnel pode ser algo muito pessoal. O que nos move? Projetos, conexões, oportunidades. Encontros, amores, trabalho. Seja o que for, o fato é que seguimos acreditando, porque somos seres sofisticados, com uma capacidade incrível de dar a volta por cima. E como tal intuímos que, para evoluir, precisamos nos adaptar a uma das leis mais certeiras da nossa existência: a mudança.

Mudar a casa ou mudar de casa?

Sim, o conceito de adaptação nunca foi tão significativo. E se vamos continuar na mesma casa ou mudar, precisamos refletir como o espaço que habitamos pode nos acolher por tanto tempo e para tantas atividades.
Em pesquisa realizada em 2020, foram apresentados os principais fatores apontados como motivos para se mudar de casa. Confira a seguir:

1. Escritório em casa (31,8%).

2. Desejo de mais áreas verdes no entorno do imóvel (28,4%).

3. Aumento da importância de um espaço de lazer em casa ou no condomínio (24,8%).

4. Necessidade de um imóvel mais espaçoso (22,4%).

Como a pandemia mudou a relação dos brasileiros com suas casas
Ter um canto tranquilo pra trabalhar enquanto os filhos aprontam algazarras ou assistem a aulas on-line, poder curtir um quintal, uma área verde, uma varanda ou mesmo ter um lugar pra se isolar dentro de casa são algumas das questões do momento que pedem soluções viáveis. Dentre elas, o home office merece grande destaque.

A era do home office.

Seja onde for, o home office surge como uma prioridade que está mudando as relações de trabalho e de convivência.
Ele ganha uma nova dimensão e os desafios são muitos. A mesa é boa o suficiente? A cadeira é adequada? O espaço é arejado? E a iluminação?
Tudo isso conta muito para que o ambiente gere bem-estar e seja confortável e apropriado à saúde.
Separamos alguns “achados” que valem a pena compartilhar.

1. Debruçada sobre os projetos de interiores brasileiros publicados nos últimos meses e partindo de sua experiência diária em curadoria, a ArchDaily mapeou 22 tendências que apontam o caminho para o futuro do design de interiores no território brasileiro, em 2021 e nos próximos anos. A cabeceira como home office nos chamou a atenção.                Confira: 22 tendências no design de interiores brasileiro para 2021

2. Uma questão que vale a pena ressaltar é a importância da iluminação. É fundamental priorizar o conforto visual, o que significa saber escolher o tipo certo de lâmpada – se terá cores mais quentes ou frias, a posição das luminárias, como evitar os reflexos. Tudo para que a produtividade e a concentração não sejam prejudicadas. Confira 6 dicas para acertar nesse quesito.

1.   Iluminação para espaços integrados

2.   Tons da luz

3.   Pendente ou luz direta

4.   Home office no quarto

5.   Home office na mesa de jantar

6.   Iluminação de marcenaria

3. O fabricante de móveis britânico Benchmark projetou Noa, uma mesa de altura ajustável que permite aos usuários ficarem sentados ou em pé enquanto trabalham. A mesa foi projetada para aumentar a produtividade, estimular uma boa postura e movimentos ao longo do dia.
Ten chairs, desks and other furniture for working from home 
Cores, acabamentos, superfícies. Integração, economia e ganho de espaços. Materiais, mobiliário, tecnologia, iluminação. Existe um universo a ser explorado. Um convite à criatividade.

– NEON | Palavras que brilham –

“A certeza é um bloqueador da sua mente. Para criar algo novo, você precisa ter dúvidas.” 

Milton Glaser, designer

– ILUMINURAS | Dicas, achados, insights –

Out of shadows

O Museu de Belas Artes de Houston inaugurou em fevereiro a Electrifying Design: A Century of Lighting – a primeira exposição de grande escala nos EUA a examinar as inovações tecnológicas e artísticas no design de iluminação internacional. A galeria de tipologias expande a maneira como pensamos a função e a forma da luz em nossa vida cotidiana.
Out of the shadows: “Electrifying Design” celebrates century of light

Coreógrafos da expressão

 Os artistas londrinos Hsiao-Chi Tsai e Kimiya Yoshikawa são coreógrafos da cultura, cor, material e expressão. Eles trabalham em instalações de arte distintas e intervenções escultóricas, explorando noções clássicas de cor, materiale formas que são derivadas da natureza. Vidro, metal, neoprene, jesmonite, perspex, fibra de vidro, pigmentos, luz negra. Cada material é submetido a novas técnicas. Um luxo!                                                                                                    Tsai Yoshikawa Artworks

– LUZES DA CIDADE –

São Paulo | Território em construção.

Ao longo de seus 467 anos, São Paulo tem muita história pra contar.
Essa paisagem que mudou tanto através dos tempos nos é apresentada por meio de imagens, vídeos e áudios do acervo do Museu do Ipiranga numa mostra on-line e gratuita. Uma aventura arquitetada por memórias, territórios e formas de viver.

Confira mais aqui

Abraham Palatnik | A reinvenção da pintura.

Pela primeira vez, Belo Horizonte recebe uma mostra retrospectiva das obras de Abraham Palatnik, o pioneiro da arte cinética no Brasil. Artista cinético, pintor e desenhista, Abraham Palatnik é considerado o responsável pela expansão dos caminhos das artes visuais ao relacionar arte, ciência e tecnologia. A exposição está no CCBB, de 03/02 a 19/04. No momento, as visitas estão suspensas, mas você pode conferir o catálogo da exposição aqui.

Obra: Aparelho cinecromático,1960. Abraham Palatnik.

– HEADLIGHTS ILUMINAR | Lançamentos –

Restaurante Balthazar. Vitória – ES | Projeto: Vivian Coser Arquitetos Associados

VUUU | A geometria reimaginada

A Iluminar acaba de lançar o sistema Vuuu, da designer Vivian Coser.
Inspirado na perfeição e forma do triângulo equilátero, Vuuu contracena com os mais diferentes espaços com ousadia e delicadeza.
Um sistema minuciosamente pensado para criar contextos inovadores a partir de um único conceito. A versatilidade do perfil sob medida permite que o sistema, em um ou mais módulos, seja fixado na parede, no teto ou no piso. E pode ser usado como pendente ou sobreposto, luz direta ou indireta.
Na foto acima, você confere a expressividade do Sistema Vuuu no belo projeto da própria Vivian Coser. Nós adoramos!
Discreto ou vibrante, Vuuu acende a imaginação, interagindo com os ambientes com ares de arte contemporânea.

Confira mais no site: www.iluminar.com.br